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A Recusa Alimentar

poradmin_niip

A Recusa Alimentar

Sobre a recusa alimentar
Claudia Mascarenhas

Há bebes que choram muito quando têm fome; outros demoram muito de “pedir”. Há também cuidadores que demoram mais para ofertar o alimento supondo uma maior saciedade e outros que oferecem o alimento antes mesmo do bebê sentir qualquer incômodo. Então toda essa “dança” trata do que se passa do lado do bebê mas também do lado do cuidador.
A partir daí o que pode ser pensado como uma recusa alimentar?
Podemos verificar que quando há uma recusa alimentar, existem componentes que fazem parte de uma ampla rede entre o bebê, seu corpo, o cuidador prestativo e seu contexto , e a relação entre eles, dentro de determinadas circunstâncias de vida. Resumindo: uma recusa alimentar não nasce apenas do organismo do bebê nem tão pouco na culpa do cuidador prestativo: mas de uma rede complexa que atinge a ambos.
Podemos pensar que há recusa quando a negativa do bebê se repete muitas vezes, e começa a impactar na preocupação e na alimentação propriamente dita.Uma criança pequena que comeu muito num dia ou numa refeição, e não quer comer na seguinte, pode estar apenas indicando que está ainda saciada. Pode ser um equilíbrio no ritmo do organismo. Por isso é preciso verificar que nem toda falta de apetite é uma recusa.
Pode ser que, identificada de início, a recusa possa ser revertida, caso o cuidador prestativo consiga que outras pessoas também importantes, porém, menos preocupadas com a situação, possam realizar a alimentação e então ambos conseguem ultrapassar a “fase”. Porém, há situações que podemos realmente caracterizar como recusa alimentar : o bebê passa a não comer nada ou muito , muito pouco, podendo inclusive ser acompanhada de vômitos. Essa é a recusa alimentar preocupante e nesse caso, há necessidade de uma ajuda profissional de um prifiddionsl que tenha formação em atendimento ao bebê.
Na maioria dos casos rapidamente o ritmo, a comunicação e os afetos, logo se colocam a favor do alimentar-se.
Vale salientar que recusa alimentar é diferente de seletividade alimentar. Perturbações sensoriais também não são necessariamente uma recusa alimentar, apesar de poder levar a essa condição. É preciso diferenciar.

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